Directório União Europeia

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Lotação esgotada em Londres

Com lotação esgotada, a 14ª edição da feira The London Textile Fair, que decorre de 13 a 14 de janeiro, afigura-se muito positiva e repleta de oportunidades de negócio. As 15 empresas portuguesas presentes partem para Londres imbuídas de um espírito pleno de optimismo e dinamismo, com metas definidas e prontas para serem alcançadas, com vista a reforçarem as suas posições no mercado e contatos de negócio durante estes dois dias.

Entre os 400 expositores que irão apresentar as principais novidades das suas colecções de primavera/verão 2017, e um preview do outono/inverno, destaque para as 15 empresas portuguesas – Burel Factory – Eurobotónia – Familitex – Fitecom SA – Idepa – Imprimis by Gulbena – J&F – João Feliciano, SA – Lemar – Lurdes Sampaio – M.M.R.A. – NGS Malhas – QuickCode – Texser – Troficolor – Vilarinho – que viajam até à capital britânica com o apoio da Associação Selectiva Moda, no âmbito do projeto de internacionalização From Portugal.

Atualizado em 12-01-2016

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Portugal celebra 30 anos na União Europeia

No passado dia 8 janeiro realizou-se a cerimónia que assinalou os 30 anos de adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

“O verdadeiro grande desafio que a Europa hoje enfrenta não é o das crises que tem de enfrentar, seja no quadro do euro, seja no quadro da gestão da fronteira externa, mas o de conseguir encontrar as soluções necessárias no âmbito de um processo democrático supranacional que envolva os cidadãos e responda aos seus anseios”, afirmou o Primeiro-Ministro, António Costa, na cerimónia onde estiveram presentes o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o Presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, e o ex-presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, bem como o Presidente da Assembleia da República, membros do Governo, ex-membros do Governo, deputados, e o Comissário Europeu Carlos Moedas.

Sobre o papel de Portugal na União Europeia, António Costa afirmou que o País terá de ser “um agente ativo das políticas europeias, e não um simples beneficiário passivo dessas políticas». «Num projeto desta dimensão - que tem na coesão solidária o seu cimento unificador -, todos estão dependentes de todos, como a crise na zona euro, o enorme afluxo de refugiados ou a ameaça do terrorismo bem demonstram, pelo que devemos mostrar-nos ativos na promoção da solidariedade e da coesão como valores essenciais do projeto europeu, por igual partilhado pelo conjunto dos Estados-membros, iguais entre si”, referiu também.

Entre elogios a Portugal, o presidente do Parlamento Europeu confessou, durante a cerimónia do 30.º aniversário em Belém, que a Europa precisa de redefinir o seu caminho. "Há trinta anos, finalmente, um sonho tornou-se realidade. Um sonho da democracia e da liberdade". A frase é de Martin Schulz e marcou o início da sua intervenção no Mosteiro dos Jerónimos

A celebração partiu ao som das notas da Orquestra Clássica Metropolitana, que fez ecoar nas paredes pintadas, em luzes de tom azul, da sala do antigo refeitório do Mosteiro o hino nacional, que antecipou o quarto movimento da 9.ª sinfonia de Beethoven: o hino da Alegria, que foi adotado como símbolo da União Europeia.

Já Durão Barroso, antigo presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal, ressalvou que a Europa "conta e não está em decadência", apesar das dificuldades que enfrenta e das críticas, que considerou infundadas, das forças antieuropeístas, mas também de governos nacionais. O antigo primeiro-ministro acredita que alguns pretendem fazer da Europa "bode expiatório das frustrações e insuficiências de políticos de curtas vistas" e fazem "uma idealização do passado", omitindo que falam de um passado sem liberdade e de "nacionalismos exacerbados", recordando as duas guerras mundiais que a Europa viveu.

Fonte: Portugal Gov.pt/Jornal de Negócios/INFOCID

Atualizado em 13-01-2016

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ESCOLA EUROPEIA DE VERÃO SOBRE DROGAS 2016

Estão abertas até 30 de maio as candidaturas para a edição de 2016 da escola europeia de verão sobre drogas em Portugal.
A quinta edição da Escola europeia de verão sobre drogas vai realizar-se este ano em Lisboa, de 27 de junho a 8 de julho, numa iniciativa conjunta do ISCTE e do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, subordinada ao tema : "Drogas Ilícitas na Europa: procura, oferta e políticas publicas."
Esta edição é direcionada a estudantes universitários, investigadores e profissionais da área, que dominem a língua inglesa.

Para mais informações:
http://www.drugsummerschool.cies.iscte-iul.pt/np4/home

Atualizado em 13-01-2016

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Negociações TiSA: “Exigimos mais transparência e conseguimos”, afirma Reding

A UE e 22 países, representando 70% do comércio mundial de serviços, estão a negociar o Acordo sobre o Comércio de Serviços (TiSA na sigla em inglês). O PE vai ter última palavra mas os deputados não acreditam em deixar as coisas para última hora. Pediram mais transparência, acompanham as negociações de perto e preparam uma série de recomendações votadas esta segunda-feira, 18 de janeiro, na Comissão do Comércio Internacional. Viviane Reding descreve as particularidades das negociações.

TiSA é um acordo que se encontra a ser negociado entre 23 membros da Organização Mundial de Comércio, que querem liberalizar o comércio de serviços entre os participantes. Ao tornar a exportação e importação de serviços mais fácil, a UE espera criar um maior mercado para as empresas europeias e disponibilizar uma maior escolha para os consumidores europeus. As negociações começaram em março de 2013 e no final de 2015 já tinham sido realizadas 15 rondas negociais. A Comissão Europeia lidera as negociações em nome da UE.
Como avalia as negociações TiSA até ao momento? Concorda que são mais transparentes do as negociações de acordos de comércio anteriores?
As negociações do TiSA representam um verdadeiro ponto de viragem. Exigimos mais transparência e conseguimos. Os eurodeputados recebem todos os documentos das negociações. Os cidadãos podem encontrar agora o mandato de negociação da UE e outros documentos na Internet. E vamos continuar a pedir ainda mais transparência.

Também afirmámos muito claramente que não vamos esperar até à conclusão do texto final. Queremos participar em todo o processo, de forma a influenciar as negociações. Criámos um grupo de monitorização para analisar cada passo do processo de negociação e respetivos documentos. Temos eurodeputados de todos os partidos políticos à mesma mesa com o negociador chefe da UE, antes e depois de cada ronda de negociações. Também trabalhamos com a sociedade civil.

Enquanto eurodeputados a nossa responsabilidade passa por definir diretivas claras sobre o TiSA que desejamos e o TiSA que não desejamos. E se as nossas recomendações não forem respeitadas no documento final, o Parlamento vai utilizar o seu poder de veto.

O que recomenda o Parlamento para chegar a um acordo equilibrado?
Definitivamente não queremos um TiSA que prejudique os nossos serviços públicos, a cultura, as leis laborais, os nossos padrões ambientais, a proteção do consumidor, a proteção de dados, por outras palavras, o nosso modo de vida na Europa. Tudo isto é imperativo. O nosso modelo politico, social e cultural é um trunfo e não um fardo. Os nossos padrões não podem ser modificados por um acordo de comércio. De outra forma o Parlamento votará contra. Temos de ser claros. O direito de regular tem de ser preservado. Nada pode impedir as autoridades, locais, nacionais ou europeias de manter, melhorar e implementar as suas leis.

No entanto, a UE é a campeã mundial em comércio de serviços e deve mostrar-se à altura. O acordo é uma oportunidade para modelar a globalização, assegurar mais reciprocidade no acesso a mercados estrangeiros e a assegurar mais direitos aos consumidores, quando viajam ou quando fazem compras online.

As negociações Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento têm vindo a levantar fortes preocupações. Como podemos evitar que o mesmo aconteça no caso do TiSA?
Através de um acordo parlamentar muito alargado. Juntamo-nos todos à mesma mesa e chegamos a um consenso. Este consenso torna-nos mais fortes e a nossa força permite-nos impor a forma como estas negociações devem ser conduzidas. Os cidadãos vão compreender que os eurodeputados estão a trabalhar para preservar os direitos dos seus cidadãos, hoje e amanhã. Podem estar certo que se encontra em boas mãos. É muito trabalho, mas vale a pena. As coisas têm vindo a mudar na política de comércio da UE desde as eleições europeias de 2014. Com este relatório assistiremos ainda a mais mudanças.

Atualizado em 18-01-2016

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