Directório União Europeia

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Portugal no pote 3, com Croácia, Grécia e Suécia no sorteio do Euro 2012

A selecção portuguesa de futebol ficará integrada no pote 3 para o sorteio da fase final do Campeonato da Europa de 2012, anunciou, quarta-feira, a União Europeia de Futebol na sua página oficial na Internet.

Portugal, que na terça-feira garantiu o apuramento ao golear a Bósnia-Herzegovina por 6-2, na segunda mão do "play-off", ficará incluído no pote 3 no sorteio marcado para a 2 de Dezembro, em Kiev, em conjunto com a Croácia, Grécia, treinada por Fernando Santos, e Suécia, selecções que não poderá encontrar na fase de grupos da competição.

No pote 1 estarão as duas selecções anfitriãs, Polónia e Ucrânia, que estão automaticamente colocadas nos grupos A e D da fase final, respectivamente, bem como a Espanha, campeã europeia, e a Holanda, os dois países com melhor "ranking", que integrarão, por exclusão de partes, os agrupamentos B e C como cabeças de série.

O pote 2 integra a Alemanha, Itália, Inglaterra e Rússia, ao passo que no pote 4 estarão a França, República Checa, República da Irlanda e Dinamarca, que terminou no primeiro lugar do grupo H da fase de qualificação europeia, obrigando Portugal (segundo classificado) a disputar o "play-off", todos possíveis adversários da equipa lusa.

De acordo com a nota publicada no sítio da UEFA, o sorteio começará pelo pote 1, de modo a preencher a primeira posição nos grupos B e C, passando depois para o pote 4, do qual será retirada uma selecção para integrar cada um dos quatro grupos, consecutivamente, do A ao D, procedimento que será repetido para os potes 3 e 2.

A posição de cada selecção dentro do respectivo grupo também será determinada durante o sorteio, que será apresentado pela ucraniana Olga Freimut e pelo polaco Piotr Sobczynski e presidido pelo secretário-geral da UEFA, Gianni Infantino.

 

 

Fonte:http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior

 

Atualizado em 19-11-2011

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Pimco sugere "licença sabática" do euro para a Grécia

 O CEO da maior gestora de fundos de obrigações do mundo sugere uma saída temporária da Grécia da zona euro.

O responsável da Pimco vê uma saída da Grécia do euro como a melhor solução a longo prazo. "Na minha opinião, seria do interesse da Grécia e da zona euro a longo prazo uma saída dos gregos do euro, uma espécie de licença sabática", sobretudo se o processo fosse feito "de uma forma ordenada", afirmou Mohamed El-Erian, CEO da Pimco, ao Financial Times Deutschland.

Para El-Erian, uma saída da Grécia da zona euro "podia acontecer no início de 2012", podendo Atenas regressar à moeda única três ou cinco anos depois.

O responsável da Pimco considera que um perdão da dívida não é o melhor caminho porque não protege os gregos do seu maior problema: a falta de competitividade. "Estando no euro não podem desvalorizar a sua moeda e voltar a ser mais competitivos nos mercados internacionais. Mas um regresso ao dracma permitiria ao país um maior controlo sobre a sua política monetária e cambial e assegurar uma mudança de curso", explicou.

Na cimeira de líderes europeus de 26 Outubro ficou acordado conceder à Grécia um segundo resgate no valor de 130 mil milhões de euros, acompanhado de um perdão de 50% da dívida grega, em troca de mais medidas de austeridade. Ontem, o Parlamento grego aprovou um voto de confiança no Governo do tecnocrata Lucas Papademos, que tem agora três meses para levar a cabo as medidas previstas no acordo com o FMI e a União Europeia (UE). A passagem da moção permitiu ao Executivo helénico começar a negociar ainda ontem à noite a redução em 50% da dívida do país.

Fonte: economico.sapo.pt

Atualizado em 19-11-2011

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Lagarde: Retoma económica na zona euro ainda é frágil

Christine Lagarde defende a continuação do ajustamento das contas públicas na zona euro mas sublinha que este tem de ser feito a um ritmo apropriado

A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, considerou hoje que a recuperação económica da zona euro ainda é frágil e defendeu que estes países devem continuar a consolidação orçamental mas a um "ritmo apropriado".

A responsável, que falava num debate sobre perspetivas económicas mundiais que ocorreu no Fórum Económico Mundial, na localidade suíça de Davos, considerou que a fragilidade da retoma económica obriga a que as autoridades tenham de ter atenção para tomar as "decisões adequadas" na altura adequada.

Neste sentido, Christine Lagarde defende a continuação do ajustamento das contas públicas na zona euro mas sublinha que este tem de ser feito a um ritmo apropriado, de modo a não prejudicar a reforma, e ainda que os países têm de apostar também na promoção do crescimento económico.

A responsável do FMI defende ainda que a zona euro tem de alcançar mais progressos no que diz respeito à União Bancária, ainda que tenha de tomar decisões difíceis sobre as garantias de depósitos e a dissolução de bancos considerados insolventes.

Sobre os avanços e recuos no processo de negociação de um programa de ajustamento para o Chipre - que pediu ajuda financeira ainda no Verão - a responsável disse que o país irá "provavelmente ter um programa de resgate muito em breve".

Sobre os Estados Unidos, Lagarde considera que já foram alcançados progressos importantes na frente das contas públicas mas diz que os responsáveis políticos têm de resolver o problema da dívida pública e reduzir o défice orçamental no médio prazo, dois dos principais debates entre a administração norte-americana de Barack Obama e o Congresso norte-americano.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt

Atualizado em 26-01-2013

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"Baleia" de Londres custa 920 milhões ao JPMorgan

O banco norte-americano pagará 920 milhões de dólares a reguladores britânicos e norte-americanos por não ter tomado as medidas de controlo adequadas e por ter fornecido informações incompletas.

O JPMorgan pagará 920 milhões de dólares (perto de 687 milhões de euros) a quatro reguladores britânicos e norte-americanos no caso que ficou conhecido como a "baleia de Londres", de acordo com a agência Bloomberg.

Com este acordo, o banco norte-americano tenta pôr fim ao desastre que lhe causa perdas superiores a 6,2 mil milhões de dólares e danificou a reputação da instituição como gestor de activos de risco.

Na origem das multas dos reguladores esteve uma falha na implementação de medidas de controlo e o fornecimento de informação incompleta aos reguladores.

A unidade bancária continua a ser investigada pelas perdas registadas na unidade que detém em Londres. O departamento de justiça norte-americano e a comissão de negociações de produtos futuros estão entre as instituições que continuam a investigar o JPMorgan.

As perdas superiores a 6,2 mil milhões de dólares conduziram à acusação de dois antigos "traders", esta semana, e à saída de, pelo menos, quatro gestores seniores do banco. Também o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon viu o salário reduzido para a metade, refere a Bloomberg.

Após ser conhecido o valor das perdas causadas pelas apostas do "tradder" Bruno Iksik, que ficou conhecido como "baleia", pelos elevados montantes que envolviam, o banco reapresentou resultados. O valor de mercado do JP Morgan caiu perto de 51 mil milhões de dólares.

O banco reapresentou resultados e o valor no mercado caiu 51 mil milhões depois de divulgadas as más apostas do "trader" Bruno Iksil, que ficou conhecido como "baleia" devido, devido aos elevados montantes das suas apostas.

http://www.jornaldenegocios.pt

Atualizado em 19-09-2013

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