Directório União Europeia

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O Mercado Único Digital e a transformação digital em Portugal

No próximo dia 25 de outubro, a Representação da Comissão Europeia em Portugal organiza um seminário sobre o Mercado Único Digital. A iniciativa, que decorre no Centro Cultural de Belém, das 9h15 às 17h00, visa sensibilizar e debater a execução da Estratégia para o Mercado Único Digital e os progressos de Portugal em promover uma economia digital inclusiva e bem-sucedida.

Data:
25/10/2017 - 09:15 to 17:00
Local:
Lisboa, Sala Luís de Freitas Branco - Centro Cultural de Belém
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia. Programa

A União Europeia e a Comissão Juncker colocam a realização do Mercado Único Digital como uma das suas dez prioridades políticas. Esta iniciativa promete uma nova esfera de oportunidades a todos os cidadãos, desde que disponham das competências digitais necessárias.

A Nova Agenda de Competências para a Europa demonstra o compromisso da Comissão Europeia em formar os seus cidadãos, trabalhadores e consumidores, para explorar e usufruir do universo digital.

Por outro lado, tendo em consideração o impacto significativo das tecnologias digitais na inovação, no crescimento, no emprego e na competitividade, foi lançada, em abril de 2016, uma iniciativa abrangente em matéria de Digitalização da Indústria Europeia.

Neste contexto, Portugal lançou duas iniciativas importantes este ano: a Iniciativa Nacional Competências Digitais e.2030, que tem por objetivo promover a inclusão e a literacia digitais, e a Estratégia Indústria 4.0, que engloba 60 medidas e deverá mobilizar 4,5 mil milhões de euros, beneficiando cerca de 50 000 empresas durante um período de quatro anos.

https://ec.europa.eu

Atualizado em 06-10-2017

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Conferência de alto nível sobre Energias Limpas no Parlamento Europeu

Para abordar o financiamento das Energias Limpas para todos os europeus, o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia coorganizam uma Conferência de alto nível, dia 7 de novembro entre as 9h30 e as 18h30 CET, em Bruxelas.

Entre os temas da conferência, que terá lugar no Parlamento Europeu, encontram-se o papel do financiamento da UE na transição energética, o investimento em projetos de grande dimensão no domínio da energia, incluindo infraestruturas de transporte transfronteiriço e na infraestrutura de produção de eletricidade a partir de energias renováveis.

Este grande evento vai reunir líderes políticos, profissionais do setor da energia, investidores e outras partes interessadas para analisar o Pacote de Energias limpas e debater domínios de investimento da transição energética.

O setor da energia é fundamental para a economia europeia mas representa também dois terços das emissões de gases com efeito de estufa, tendo por isso um papel fundamental na implementação do Acordo de Paris.

Para que a UE possa atingir os objetivos em termos da redução do seu impacto no ambiente, estima-se que seja necessário um investimento anual a rondar os 379 mil milhões de euros sobretudo nos domínios da eficiência energética, energias renováveis e infraestrutura entre 2020 e 2030.

Participe na conferência de alto nível subordinada ao financiamento da transição energética para o emprego, o crescimento e o investimento, em Bruxelas a 7 de novembro.

Atualizado em 09-10-2017

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Maior coesão para a nossa Europa

O sétimo relatório sobre a política de coesão, publicado pela Comissão Europeia, permite-nos ver a nossa União à lupa: a economia da Europa está a recuperar o seu dinamismo, mas as disparidades entre os nossos Estados‑Membros, e no interior destes, teimam em persistir.

O investimento público na UE está ainda abaixo dos níveis anteriores à crise, necessitando as regiões e os Estados-Membros de mais apoio para vencer os desafios identificados no documento de reflexão sobre o futuro das finanças da UE; a revolução digital, a globalização, as alterações demográficas e a coesão social, a convergência económica e as alterações climáticas.

O relatório não condiciona a proposta final da Comissão, antes alimenta o debate sobre a política de coesão após 2020. Sugere uma política à escala da UE que sirva três objetivos principais:

tirar partido da globalização;
não deixar ninguém para trás;
e apoiar as reformas estruturais.
Uma política à escala da UE:

nas últimas duas décadas, a política de coesão produziu resultados em todas as regiões da UE e foi uma importante fonte de investimento . Criou diretamente 1,2 milhões de postos de trabalho na UE ao longo dos últimos dez anos, numa altura em que o investimento público vocacionado para o crescimento caiu a pique em muitos Estados-Membros.

As disparidades económicas regionais estão, de novo, a diminuir lentamente. O documento de reflexão sobre o futuro das finanças da UE abriu o debate; deve a política de coesão centrar-se agora apenas nas regiões menos desenvolvidas?

As regiões estão a crescer, tal como mostra o Relatório sobre a Coesão, mas não ao mesmo ritmo. Muitas regiões com um nível de riqueza próximo da média da UE parecem estar presas na «armadilha do rendimento médio».

Algumas têm vindo a suportar os custos da globalização sem ainda terem colhido os seus benefícios, sendo, com frequência, atingidas por importantes perdas de postos de trabalho e revelando-se incapazes de transformar a sua base industrial. Precisam de mais apoio financeiro para incentivar a criação de emprego e a mudança estrutural.

Além disso, salienta o relatório que o atual nível de investimento é insuficiente para atingir os objetivos de 2030 em matéria de utilização de energias renováveis e de redução das emissões de gases com efeito de estufa. Todas as regiões da UE necessitam portanto de maior financiamento para alcançar a descarbonização.

Tirar partido da globalização:

para se afirmarem numa economia globalizada, as regiões têm de modernizar as suas economias e criar valor. Uma vez que apenas um pequeno número de regiões da UEVer esta ligação noutra língua podem ser precursoras, são necessários mais investimentos na inovação, na digitalização e na descarbonização. Para além do financiamento, devem ser fomentadas ligações eficazes entre centros de investigação, empresas e serviços.

Não deixar ninguém para trás:

algumas regiões enfrentam um êxodo em massa, enquanto muitas cidades estão sob pressão devido à chegada de uma nova população em busca de melhores perspetivas, incluindo os migrantes. Ainda que a taxa de emprego na UE tenha atingido um novo pico,a taxa de desemprego em particular entre os jovens, continua a estar acima dos níveis anteriores à crise.

Combater o desemprego, ajudar as pessoas a desenvolver as suas competências e a criar empresas e, simultaneamente, lutar contra a exclusão e a discriminação, exigirá mais investimento. Disso depende a coesão social da nossa União no próximo futuro.

Apoiar as reformas estruturais:melhorar a administração pública estimula a competitividade, o crescimento e maximiza o impacto dos investimentos. À semelhança do documento de reflexão, o relatório sobre a coesão reconhece que a articulação entre a política de coesão e a governação económica da UE poderá ter de ser reforçada, a fim de intensificar o apoio às reformas em prol de um ambiente propício ao crescimento.

Atualizado em 09-10-2017

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Ciclos de Workshops 'Aprender a Exportar' com apoio do COMPETE 2020

Encontra-se a decorrer o ciclo de workshops 'Aprender a Exportar', em Lisboa e Loulé até 19 de outubro de 2017, iniciativas gratuitas da AIP - Associação Industrial Portuguesa, orientadas para PME que pretendem iniciar o processo de internacionalização.

Os Ciclos de Workshops, com a colaboração de parceiros locais, realizam-se no âmbito do projeto Business Beyond Borders 2 e têm o apoio do COMPETE 2020 - Programa Operacional de Competitividade e Internacionalização.

LISBOA

Em Lisboa decorre o ciclo de workshops 'Aprender a Exportar', até 19 de outubro de 2017.

No total são dez módulos que incidem sobre variados conteúdos como o diagnóstico, estratégia, mercados, negociação, incoterms, logística e transporte, gestão de risco e condições de pagamento, proteção de produto e contratos internacionais, e formas de financiamento.

Para além do networking empresarial, casos práticos e acesso a informação especializada, o ciclo "Aprender a Exportar", que vai decorrer na sede da AIP, na Praça das Indústrias, é focado em temas que se revelam essenciais para as empresas que pretendem atravessar fronteiras, munidas de ferramentas adequadas ao crescimento e sustentabilidade em novos mercados de oportunidade.

Consulte o PROGRAMA e inscreva-se AQUI.

LOULÉ | Algarve

Em Loulé realiza-se o ciclo de workshops 'Aprender a Exportar', até 18 de outubro de 2017, uma iniciativa gratuita da Associação Industrial Portuguesa em parceria com o NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve.

Pretende-se que, através dos respetivos conteúdos modulares, as empresas possam efetuar uma autoavaliação das suas condições para iniciar um processo de exportação e, em simultâneo, apreender um conjunto de conceitos fundamentais para a sua implementação.

Os 10 módulos que integram este ciclo de workshops decorrerão entre as 9h30m e as 18h00m, nas datas abaixo indicadas.

Garanta já o seu lugar, preenchendo a Ficha de Inscrição AQUI.

O NERA encontra-se a desenvolver o projeto Business Beyond Borders 2, que tem como objetivo geral contribuir para que as empresas nacionais aumentem a sua presença ativa no mercado global, por via do aumento da sua competitividade e capacidade exportadora.

O projeto dá apoio na necessária e urgente reorientação das suas estratégias de desenvolvimento para uma abordagem correta à exportação dos seus produtos e ao alargamento da base de clientes internacionais.

Fonte: COMPETE 2020

Atualizado em 09-10-2017

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