Directório União Europeia

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Coloque a sua empresa no Catálogo de Fabricantes Nacionais do IAPMEI

Divulgação sem custos dos produtos nos mercados interno e externo, maior interação entre as empresas e os potenciais compradores, com informação atualizada de forma rápida e fácil, são apenas algumas das vantagens do Catálogo de Fabricantes Nacionais (CFN) desenvolvido pelo IAPMEI.

O CFN funciona numa plataforma eletrónica que fornece informação sobre os produtos fabricados por empresas portuguesas, disponibilizando todos os dados relativos a cada produto, bem como informação sobre a designação social do fabricante, localização, endereço, telefone, email, site e responsável da empresa.

A informação agregada no CFN é da responsabilidade das empresas que aí 'expõem' os seus produtos, sendo validada pelo IAPMEI.

Se ainda não efetuou o seu registo no Catálogo de Fabricantes Nacionais, inscreva-se 

Não deixe de marcar presença nesta mostra privilegiada da produção nacional!

Se já tem os seus produtos alojados, aceda à plataforma e valide ou atualize a informação disponibilizada.

Mais informação aqui.

https://www.iapmei.pt

Atualizado em 12-10-2017

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Comissão Europeia propõe concluir União Bancária

A melhoria da cooperação à escala europeia neste domínio significa que os cidadãos e as empresas europeus vão beneficiar de uma maior integração financeira e de um sistema financeiro mais estável. A Comissão Europeia quer acelerar a conclusão da União Bancária e assegurar a partilha e redução de riscos.

12/10/2017
A União Bancária baseia-se no princípio da prudência e consiste na supervisão do sistema bancário, em regras para a gestão de bancos insolventes e, por fim, uma melhor proteção dos depositantes. Agora, após a criação do Mecanismo Único de Supervisão e do Mecanismo Único de Resolução, só resta criar um sistema comum para a proteção dos depósitos de todos os cidadãos europeus.

O comunicado de Valdis Dombrovskis, Vice-Presidente da Comissão e responsável pela Estabilidade Financeira, Serviços Financeiros e União dos Mercados de Capitais, sobre o assunto destaca o seguinte:

Acordo rápido sobre o pacote bancário
Apelar ao Parlamento Europeu e aos Estados-Membros para adotarem o mais rapidamente possível as propostas acordadas no âmbito do Comité de Basileia de Supervisão Bancária e do Conselho de Estabilidade Financeira, que visam assegurar a estabilidade financeira e permitir aos bancos continuar a financiar a economia real.

Progressos realizados a nível do Sistema Europeu de Seguro de Depósitos
Para garantir o mesmo nível de proteção, independentemente da sua localização geográfica, este sistema passa por duas fases. Na primeira garante liquidez aos mecanismos nacionais com essa competência e, posteriormente, irá cobrir as perdas.

Um mecanismo de segurança orçamental para a União Bancária
Após os investidores privados terem suportado perdas através da recapitalização interna, caso ainda seja necessário, o fundo deve ter recursos suficientes para fazer face a uma resolução bancária (ou a várias consecutivas). É neste contexto que a Comissão propõe a transformação do Mecanismo Europeu de Estabilidade num fundo monetário europeu.

Reduzir os créditos não produtivos
Evitar a acumulação de ativos tóxicos no setor bancário ao aumentar a transparência da sua circulação e esclarecendo as competências de monitorização das autoridades responsáveis.

Eventuais medidas para valores mobiliários garantidos por obrigações soberanas
Reduzir a interdependência entre bancos e Estados, nomeadamente através da criação de instrumentos financeiros que facilitem a diversificação dos portefólios de cada banco.

Continuar a assegurar uma supervisão de elevada qualidade
Ao incluir a banca de investimento no lote de instituições de crédito, a Comissão Europeia pretende que estas sejam diretamente supervisionadas pelo Banco Central Europeu, segundo o Mecanismo Único de Supervisão.

https://ec.europa.eu

Atualizado em 12-10-2017

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Níveis de emprego em máximos históricos e sinais de melhoria para os jovens

Segundo a última edição do Relatório trimestral sobre a evolução do emprego e da situação social na Europa, a União Europeia continua numa trajetória firme de crescimento e aumento do emprego.

O emprego na União Europeia (UE) continua a crescer a um ritmo constante em quase todos os Estados-Membros.

No segundo trimestre de 2017, e em relação ao mesmo período de 2016, o emprego aumentou 1,5 % na UE e 1,6 % na área do euro. Significa isto que, em comparação com o ano passado, existem atualmente mais 3,5 milhões e 2,4 milhões de pessoas empregadas na UE e na área do euro, respetivamente. Assim, o número total de pessoas com emprego na UE ascende a 235,4 milhões, o mais elevado de sempre. Em relação ao terceiro trimestre de 2014, este aumento corresponde a mais 8 milhões e 5,6 milhões de pessoas empregadas na UE e na área do euro, respetivamente.

Nos últimos quatro anos, o aumento do emprego na UE tem sobretudo beneficiado a geração mais jovem. Embora o desemprego dos jovens continue a ser demasiado elevado na UE, a taxa diminuiu de forma constante e a um ritmo mais rápido do que o desemprego global e cifra-se agora nos 16,9 %, nível inferior ao registado em 2008.

Marianne Thyssen, Comissária responsável pelo Emprego, Assuntos Sociais, Competências e Mobilidade Laboral comentou:

“Os resultados apresentados são encorajadores: a Europa regista agora o maior número de sempre de pessoas com emprego e o desemprego atingiu o seu nível mais baixo em nove anos. Além disso, em comparação com o ano passado, mais 2,2 milhões de trabalhadores exercem a sua atividade ao abrigo de contratos permanentes. Temos de prosseguir nesta via e melhorar as condições económicas e sociais para todos. Com o  Pilar Europeu dos Direitos Sociais dispomos de um roteiro para assegurar a equidade e o bom funcionamento dos mercados de trabalho, de modo a que se adequem aos desafios do século XXI. Gostaríamos de o ver proclamado conjuntamente pelo Parlamento, o Conselho e a Comissão na Cimeira Social de Gotemburgo, em 17 de novembro de 2017”.

Relatório trimestral indica também que a economia da UE continua a sua expansão em todos os Estados-Membros, com um crescimento de 2,4 % na UE e de 2,3 % na área do euro no ano passado.

Estes valores também se traduziram numa melhoria da situação financeira das famílias da UE, com um aumento do rendimento proveniente do trabalho e uma travagem no aumento das prestações sociais. Entre o primeiro trimestre de 2016 e o primeiro trimestre de 2017, quase todos os Estados- Membros continuaram a registar um crescimento do rendimento das famílias.

Outros dados sobre o mercado de trabalho confirmam a melhoria da situação da economia da UE:

- A taxa de desemprego na UE e na área do euro continuou o seu percurso descendente constante desde meados de 2013 em quase todos os Estados-Membros. Em agosto de 2017, desceu para 7,6 % na UE e 9,1 % na área do euro, o que representa uma redução anual de 0,9 pontos percentuais em ambos os casos. A taxa registada em agosto de 2017 foi a mais baixa da UE desde novembro de 2008.

- A taxa de desemprego de longa duração, que há três anos entrou em trajetória descendente, diminui mais 0,5 pontos percentuais no ano que decorreu até ao primeiro trimestre de 2017. Em quase todos os Estados-Membros, o desemprego de longa duração está a diminuir. Não obstante, a proporção de desempregados de longa duração no desemprego total é ainda elevada, cifrando-se em cerca de 45 %.

- O número de trabalhadores com contratos permanentes aumentou 1,4 % entre o primeiro trimestre de 2016 e o primeiro trimestre de 2017. Este valor representa um aumento de 2,2 milhões de trabalhadores, ou seja, quatro vezes superior ao aumento dos contratos temporários (500 000, o equivalente a um crescimento anual de 1,5 %).

Fonte: Comunicado da Comissão Europeia

Atualizado em 13-10-2017

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Procuradoria Europeia

O Regulamento que institui a Procuradoria Europeia foi ontem adotado pelos Estados-Membros que fazem parte da cooperação reforçada neste âmbito, incluindo Portugal.

A Procuradoria Europeia investigará e intentará ações judiciais contra os autores de fraudes em detrimento do orçamento da União Europeia. Com sede no Luxemburgo, a Procuradoria Europeia reunirá os esforços europeus e nacionais de aplicação da lei.

Até à data, vinte Estados-Membros - - Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Portugal, República Checa e Roménia - apoiaram a criação da Procuradoria Europeia através da cooperação reforçada. Outros podem aderir em qualquer momento.

Por vezes, a União Europeia e os Estados-Membros deparam-se com casos complexos relacionados, por exemplo, com a utilização fraudulenta dos fundos estruturais da União Europeia ou casos em grande escala de fraude transfronteiriça contra o IVA. Nesses casos, os investigadores e procuradores nacionais nem sempre dispõem dos instrumentos necessários para atuarem com rapidez e eficácia num contexto transfronteiras.

A Procuradoria Europeia colmatará estas lacunas e reforçará a luta conta as infrações lesivas dos interesses financeiros da União, contribuindo para a solidez e a proteção do orçamento da União. A Procuradoria Europeia complementará o trabalho do OLAF e da Eurojust, que não estão habilitados a investigar ou intentar ações judiciais em processos individuais.

Mais informações disponíveis no website do Conselho da UE

Fonte: Conselho da UE

Atualizado em 13-10-2017

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