Directório União Europeia

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'Start Point' oferece 500 vagas de trabalho com apoio do NORTE 2020

Cerca de 500 empregos e estágios vão ser oferecidos esta quarta e quinta-feira, na Universidade do Minho, em Braga, através da iniciativa ‘Start Point’, cofinanciada pelo NORTE 2020 - Programa Operacional Regional do Norte.

As propostas chegam de 70 entidades, como a Bosch, Accenture, Sonae, Jerónimo Martins e Continental Mabor, inserindo-se na iniciativa ‘Start Point - Feira de Emprego e Empreendedorismo’, que decorre das 9.30 às 18 horas, no Complexo Pedagógico II do campus de Gualtar.

A organização cabe à Associação Académica (AAUM), através dos gabinetes do Empreendedor e de Inserção Profissional, no âmbito do seu 40.º aniversário, tendo ainda a parceria da Reitoria da UMinho.

A sessão de abertura realiza-se às 10 horas, com as intervenções previstas do reitor António M. Cunha, do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, do diretor do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga, Carlos Menezes, e do presidente da AAUM, Bruno Alcaide.

A ‘Start Point’ tem como objetivo principal propiciar o contacto de jovens e adultos com o mercado, através de oportunidades profissionais, do desenvolvimento de competências e do networking dos participantes.

O programa inclui mais de vinte formações, workshops e talks, e será possível aprender a construir um currículum vitae de sucesso ou como conseguir um emprego em 30 dias.

Estão ainda previstos espaços de aceleração de start-ups e sessões sobre o processo de constituição de empresas, alguns sistemas de apoio a ideias de negócio, o futuro do trabalho e a bolsa de emprego da UMinho, que será apresentada na quinta-feira, às 17 horas.

Esta iniciativa é cofinanciada pelo FEDER - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, através do NORTE 2020 - Programa Operacional Regional do Norte.

Fonte: Correio do Minho/NORTE 2020

Atualizado em 13-11-2017

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Conferência “Interface para a Inovação” apoiada pelo COMPETE 2020

A Conferência “Interface para a Inovação” vai ter lugar na Alfândega do Porto, no dia 15 de novembro.

A iniciativa inclui dois painéis de debate:

- “Inovação Portuguesa: Projetos Mobilizadores, Demonstradores e em Co-promoção” dinamizado pelo Presidente do COMPETE 2020, Jaime Andrez;

- “Centros Interface: catapultar a inovação em Portugal.

Durante o evento o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral fará um balanço sobre o Programa Interface, e o Primeiro-Ministro, António Costa apontará novos caminhos para a competitividade. Consulte o  Programa.

Sobre o Programa Interface – Capacitar a indústria portuguesa

O Programa Interface tem como objetivo a valorização dos produtos portugueses, através da inovação, do aumento da produtividade, da criação de valor e da incorporação de tecnologia nos processos produtivos das empresas nacionais.

O Interface vem neste sentido acelerar a transferência de tecnologia das universidades para as empresas, potenciar a certificação dos produtos, aumentar a competitividade da economia portuguesa e das empresas nos mercados nacional e internacional.

O Programa do XXI Governo Constitucional e o Programa Nacional de Reformas destacam a promoção da inovação na economia Portuguesa como um instrumento fundamental para o aumento da competitividade das empresas.

As grandes iniciativas do Programa Interface são as seguintes: 

Apoio aos Centros de Interface Tecnológico (CIT)

Clusters de Competitividade

Laboratórios Colaborativos

Clube de Fornecedores

Mais informações disponíveis no website do Programa Interface.

Fonte: ANI/Programa Interface

Atualizado em 14-11-2017

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Feira do Empreendedor realiza-se na Alfândega do Porto, de 23 a 25 de novembro

A 20.ª edição da Feira do Empreendedor decorre na Alfândega do Porto, entre os dias 23 e 25 de novembro, com uma agenda dedicada ao apoio direto ao empreendedorismo qualificado, autoemprego e ao reforço de competências empreendedoras.

Feira do Empreendedor vai reunir cerca de uma centena de empresas, atraindo empreendedores portugueses, especialistas internacionais e players de referência do ecossistema para um programa completo dedicado à criação e expansão de negócios.

Ecossistema de empreendedorismo

A área expositiva vai privilegiar o universo das startups, com o showroom Startup Village, que contará com 60 startups, ocupando metade da área expositiva. A restante área expositiva vai ser dedicada ao showroom temático: Entrepreneur Showcase com 40 empresas e entidades.

A Startup Village é o epicentro do evento, reunindo 60 projetos de base tecnológica, científica e criativa com uma dinâmica mais disruptiva, informal e ousada. As startups representadas neste espaço são exemplos do que de melhor Portugal está a desenvolver na competitiva economia do conhecimento.
Já o Entrepreneur Showcase concentra atenções no apoio à criação e expansão de empresas e, ainda, no suporte ao emprego qualificado e à formação de recursos humanos de elevado potencial. Este showroom assume uma lógica mais ampla em que cabem também pequenos negócios, projetos de autoemprego e outros projetos de empreendedorismo mais abrangentes.
Esta vertente expositiva dos espaços Startup Village e Entrepreneur Showcase é complementada com palestras temáticas conduzidas por especialistas nacionais ou globais, conferências práticas, workshops especializados, sessões de pitching e de investimento, experiências de aceleração e ações de networking.

Edições da Feira do Empreendedor

No total das 19 edições já realizadas, a Feira do Empreendedor já envolveu mais de 270 mil empreendedores e 1900 jovens empresas. Na edição de 2017 são esperados mais de 10 mil visitantes durante os três dias da Feira.

A iniciativa é organizada pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), através da marca Academia dos Empreendedores, em conjunto com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP). Mais informações disponíveis no website da Feira.

Fonte: ANJE

Atualizado em 14-11-2017

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Conferência Exchanges on Science-Industry Collaboration

A Comissão Europeia organiza a conferência Exchanges on Science-Industry Collaboration. A conferência é uma iniciativa conjunta das Representações da Comissão Europeia em Portugal e na Dinamarca, em estreita colaboração com as Direções-Gerais dos Assuntos Económicos e Financeiros (DG ECFIN), da Investigação e Inovação (DG RTD), do Centro Comum de Investigação (JRC) e da Educação e Cultura (DG EAC).

23/11/2017
O debate versará sobre os obstáculos e incentivos à colaboração ciência-indústria, as opções de financiamento disponíveis para a colaboração e inovação ciência-indústria, bem como o papel do ensino superior neste processo. As conclusões da conferência serão integradas na análise dos Country Reports da Comissão Europeia dos países analisados.

No âmbito do Semestre Europeu de coordenação de políticas económicas na UE, alguns países, incluindo Portugal e a Dinamarca, receberam do Conselho Recomendações Específicas por País (REPs) no sentido de incentivarem a cooperação entre empresas e universidades, no contexto das suas políticas de ciência, inovação e promoção de um tecido empresarial cada vez mais baseado em conhecimento. Os efeitos positivos da colaboração entre o meio académico e o tecido empresarial na capacidade de geração de riqueza e emprego estão documentados na literatura.

Tal orientação política visa sobretudo a definição e a implementação de políticas a nível nacional que promovam a transferência de conhecimento do meio académico para o setor empresarial. A colaboração ciência-indústria pode assumir várias formas, desde a criação de incentivos para as empresas absorverem e/ou contratarem produção científica e tecnológica originárias dos centros de investigação, laboratórios públicos e estabelecimentos de ensino superior, até à promoção de mecanismos que reforcem o diálogo institucional entre os stakeholders privados e públicos do sistema científico e empresarial com vista à incorporação de conhecimento na produção dos bens e serviços pelas empresas.

De acordo com o European Innovation Scoreboard (EIS), Portugal é um inovador moderado. Como o seu desempenho global tem sido desfavorável nos anos mais recentes (descida de 2,4 % do índice de inovação em relação à média da UE em 2010), torna-se urgente agir para contrariar esta tendência. Em Portugal os benefícios sociais e económicos que advêm da colaboração academia-indústria não estão suficientemente interiorizados e o diálogo interinstitucional para fomentar a colaboração entre academia e indústria está culturalmente menos desenvolvido que em vários outros Estados-Membros da UE. No entanto, a situação pode mudar rapidamente, mediante políticas adequadas, uma vez que Portugal dispõe de sistemas de investigação mais atrativos do que a média da UE, que tem vindo a melhorar progressivamente, uma proporção de empresas inovadoras acima da média, bem como casos bem-sucedidos de colaboração ciência-indústria que podem funcionar como exemplo para a comunidade.

A Dinamarca é um líder na inovação, de acordo com o European Innovation Scoreboard (EIS) 2017. Desde 2010, o desempenho piorou 2,8 % em relação ao da UE. A estrutura produtiva económica assenta substancialmente em indústrias de alta e média-alta tecnologia, bem como em serviços intensivos em conhecimento, quando comparados com a média da União. A Dinamarca é também um dos principais Estados-Membros em termos de absorção de investigadores por parte das empresas, parcialmente refletindo os esforços do programa de doutoramento industrial daquele país que coloca os estudantes em empresas privadas. Não obstante o nível relativamente elevado de investimento em I&D, o nível de produtividade do trabalho na Dinamarca é inferior à média dos países da OCDE, o que coloca em questão a eficiência dos investimentos em I&D e o nível de exploração de todo o potencial de inovação. A Comissão para a Produtividade dinamarquesa também salientou a necessidade de continuar a promover a colaboração entre os meios académico e empresarial. Alguns obstáculos à utilização da investigação universitária incluem a complexidade do quadro regulamentar, nomeadamente no que diz respeito aos esforços de colaboração mútua.

A Comissão Europeia está empenhada em promover a agenda da colaboração entre a academia e a indústria pois pensamos que esta é a via para alcançar um crescimento económico sustentável, baseado no conhecimento, suscetível de dar as respostas necessárias aos desafios societais que preocupam os cidadãos.

As discussões técnicas e políticas são sustentadas pela análise dos serviços da Comissão Europeia contida nos relatórios nacionais dos Estados-Membros em causa, bem como outras análises relevantes da Comissão Europeia, da OCDE, de think tanks e de outras instituições nacionais e internacionais.

Ponto de contacto: Márcia de Castro Boloch - Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (link sends e-mail); +351 213 509 800

Contacto para questões de imprensa: Rita Fortunato Baptista - Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (link sends e-mail); +351 966 822 590

Atualizado em 15-11-2017

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