Directório União Europeia

Directório União Europeia

Conferência «Sustainable Finance: The Road Ahead»

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) organiza uma conferência sobre o futuro do financiamento sustentável, no dia 23, no Centro Cultural de Belém. Entre muitos outros intervenientes, destaca-se a presença do Ministro das Finanças, Mário Centeno, e de Ugo Bassi, Diretor na DG Estabilidade Financeira, Serviços Financeiros e União dos Mercados de Capitais (FISMA) da Comissão Europeia.

Data:
23/11/2018 - 08:30 - 18:00
Local:
Centro Cultural de Belém, Sala 6, Almada Negreiros, Lisboa (link is external)
Financiamento sustentável é a provisão de financiamento para investimentos que contempla considerações ambientais, sociais e de governo das sociedades.

O financiamento sustentável ​​inclui uma forte componente de «financiamento verde» que visa apoiar o crescimento económico sustentável.

Em maio de 2018, a Comissão adotou um pacote de medidas para implementar várias ações-chave anunciadas no seu plano de ação sobre finanças sustentáveis (ver informação de contexto no fim desta página).

Na conferência, após a intervenção de Gabriela Figueiredo Dias, Presidente do Conselho de Administração da CMVM e de Mário Centeno, Ministro das Finanças e Presidente do Eurogrupo, a Conferência incluirá várias esas Redondas.

No período da manhã fala-se de «O que é sustentável em Finanças (link is external)» e de «Investir em sustentabilidade: o que ganho com isso (link is external)». Estas sessões têm início às 09h45 e às 12h00, respetivamente. A Comissão Europeia está representada no primeiro painel por Ugo Bassi, Diretor na DG FISMA.

Na parte da tarde, após a intervenção de Dirk Schoenmaker, Investigador sénior e Professor de Banca e Finanças na Universidade Erasmus de Roterdão, os trabalhos dividem-se também em duas mesas redondas: «À procura de investidores responsáveis para relações de longo prazo (link is external)» e «Sustentabilidade: regular ou não regular (link is external)». Este último painel é moderado por Ugo Bassi, da Comissão Europeia.

A Conferência pretende analisar a contribuição que o lado financeiro das nossas economias pode oferecer na promoção de melhores padrões ambientais, sociais e de governo das sociedades. Estes tópicos estão no topo da agenda internacional, incluindo na Europa.

Antecedentes
O financiamento sustentável ​​inclui uma forte componente de «financiamento verde» que visa apoiar o crescimento económico sustentável, simultaneamente:

reduzindo a pressão sobre o meio ambiente
combatendo as emissões de gases com efeito de estufa e a poluição
minimizando o desperdício e melhorando a eficiência na utilização dos recursos naturais
Esta política também engloba o aumento da consciencialização e transparência sobre os riscos que podem afetar a sustentabilidade do sistema financeiro e a necessidade de os atores financeiros e empresariais agirem para mitigar esses riscos através de um adequado modelo de governo das sociedades.

Em maio de 2018, a Comissão adotou um pacote de medidas para implementar várias ações-chave anunciadas no seu plano de ação sobre financiamento sustentável. O pacote inclui:

Uma proposta de regulamento no sentido de estabelecer um regime para facilitar o investimento sustentável. Este regulamento estabelece as condições e o enquadramento para criar gradualmente um sistema de classificação unificado (taxonomia) sobre o que pode ser considerado uma atividade económica ambientalmente sustentável. Este é um primeiro passo essencial nos esforços para canalizar investimentos para atividades sustentáveis.
Uma proposta de regulamento sobre divulgação de informação relacionada com investimentos sustentáveis ​​e riscos para a sustentabilidade e que altera a Diretiva (UE) 2016/2341. Este regulamento introduzirá obrigações de divulgação para os investidores institucionais e gestores de ativos relativamente à forma como integram os fatores ambientais, sociais e de governo das sociedades (ESG na sigla inglesa) nos seus processos de gestão de risco. Os requisitos para integrar os fatores ESG nos processos de decisão de investimento, como parte das suas obrigações perante investidores e beneficiários, serão especificados em detalhe em atos delegados.
Uma proposta de regulamento que altera o regulamento de referência. A modificação proposta criará uma nova categoria de indicadores de desempenho que contemplará indicadores de baixo-carbono e impacto positivo de carbono, que fornecerão aos investidores melhor informação sobre a pegada ecológica (de carbono) dos seus investimentos

https://ec.europa.eu

Atualizado em 22-11-2018

Visitas: 26

Relatório sobre a situação da saúde na UE

O relatório conjunto «Health at a Glance: Europe 2018» da Comissão Europeia e da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económicos (OCDE) revela que o aumento constante da esperança de vida abrandou e que persistem grandes disparidades nos países e entre eles, deixando para trás as pessoas com baixos níveis de escolaridade.

22/11/2018
O presente relatório baseia-se em análises comparativas do estado de saúde dos cidadãos da UE e do desempenho dos sistemas de saúde nos 28 Estados-Membros, em 5 países candidatos e em 3 países da EFTA.

O relatório apela ainda à melhoria da saúde mental e à prevenção das doenças mentais, as quais não só têm consequências sociais, mas também custam, segundo as estimativas, mais de 4 % do PIB em toda a UE. Salienta também a necessidade de combater os fatores de risco, como o tabaco, o álcool e a obesidade, de reduzir a mortalidade prematura, de garantir o acesso universal aos cuidados de saúde e de reforçar a resiliência dos sistemas de saúde.

Principais constatações:

Até há pouco tempo, a esperança de vida aumentava de forma rápida e constante em todos os países da UE. No entanto, a partir de 2011, o aumento da esperança de vida abrandou significativamente. Além disso, persistem grandes disparidades em termos de esperança de vida, não só em função do sexo, mas também do estatuto socioeconómico. Por exemplo, na UE, em média, os homens de 30 anos com um baixo nível de escolaridade têm uma esperança de vida cerca de 8 anos inferior à dos que têm um diploma universitário.
Os dados de vários países sugerem que cerca de 20 % das despesas com a saúde poderiam ter uma melhor afetação. Uma combinação de instrumentos estratégicos poderia otimizar as despesas, assegurando uma melhor relação qualidade-preço, por exemplo no que se refere à seleção e cobertura ou à aquisição e fixação de preços dos produtos farmacêuticos através da Avaliação das Tecnologias da Saúde.
Em 2015, mais de 84,000 pessoas morreram em consequência de problemas de saúde mental em toda a Europa. Estima-se que os custos totais decorrentes dos problemas de saúde mental ascendam a mais de 600 mil milhões de euros por ano.
Cerca de 40 % dos adolescentes admitem ter consumido álcool em excesso pelo menos uma vez durante o mês anterior. Embora as políticas de controlo do álcool tenham contribuído para reduzir o consumo geral de álcool em vários países da UE, o abuso do consumo de álcool entre os adolescentes e os adultos continua a ser um importante problema de saúde pública.
As famílias com baixos rendimentos são cinco vezes mais suscetíveis de referir necessidades de cuidados não satisfeitas do que as famílias com rendimentos elevados.

https://ec.europa.eu

Atualizado em 23-11-2018

Visitas: 26

Desenvolvimento de proteínas vegetais na UE

A Comissão Europeia adotou o seu relatório sobre o desenvolvimento de proteínas vegetais na União Europeia.

23/11/2018
Neste relatório é analisada a situação da oferta e da procura de proteínas vegetais (como colza, sementes de girassol ou lentilhas) na UE e explora formas de continuar a desenvolver a sua produção de uma forma sólida do ponto de vista económico e ambiental.

O relatório apresenta uma série de instrumentos existentes e de novas propostas de medidas que podem contribuir para concretizar o potencial económico e ambiental das proteínas vegetais na UE, incluindo:

Apoiar os agricultores que cultivam proteínas vegetais através da futura PAC, mediante a sua inclusão nos planos estratégicos nacionais da PAC, em especial recompensando os benefícios das leguminosas para os objetivos ambientais e climáticos através de regimes ecológicos e de compromissos ambientais/de gestão do clima no âmbito dos programas de desenvolvimento rural; mobilizar o apoio ao desenvolvimento rural, por exemplo, para estimular os investimentos e a cooperação ao longo da cadeia alimentar; apoio associado ao rendimento;
Aumentar a competitividade através de programas de investigação & inovação da UE e dos Estados-Membros e da duplicação do orçamento do programa Horizonte EuropaVer esta ligação noutra línguaEN••• para 2021-2027;
Melhorar a análise do mercado e a transparência através de melhores instrumentos de supervisão;
Promover os benefícios das proteínas vegetais para a nutrição, a saúde, o clima e o ambiente, com o apoio do programa de promoção da Comissão, que ascende a cerca de 200 milhões de EUR em 2019;
Reforçar a partilha de conhecimentos/melhores práticas na gestão da cadeia de abastecimento e práticas agronómicas sustentáveis através de uma plataforma em linha, por exemplo.
Ponto da situação das proteínas vegetais na UE
Há uma grande procura de proteínas vegetais na Europa, que se eleva a cerca de 27 milhões de toneladas de proteína bruta em 2016/2017. O grau de autossuficiência da UE varia substancialmente em função da fonte (79 % de colza e 5 % de soja, por exemplo). Em consequência, a UE importa anualmente cerca de 17 milhões de toneladas de proteína bruta, dos quais 13 milhões são derivados da soja.

No entanto, há tendências positivas: a área dedicada à soja na UE duplicou, atingindo quase um milhão de hectares desde a reforma da PAC de 2013. Do mesmo modo, no caso das leguminosas secas (ervilhas forrageiras, favarolas, lentilhas, grão-de-bico), a produção quase triplicou na UE desde 2013.

Embora os alimentos para animais continuem a ser o mais importante mercado (93 %), o mercado das proteínas vegetais sofreu uma segmentação considerável, com um crescimento do setor dos alimentos de alta qualidade para consumo humano e animal.

O mercado alimentar para consumo humano das proteínas vegetais regista um crescimento de dois dígitos, impulsionado pela procura de alternativas à carne e aos produtos lácteos.

https://ec.europa.eu

Atualizado em 23-11-2018

Visitas: 27

Prioridades Económicas e Sociais da União Europeia para 2019

O Pacote de Outono do Semestre Europeu foi recentemente apresentado pela Comissão Europeia, estabelecendo as Prioridades Económicas e Sociais da União Europeia para 2019.

A Comissão Europeia (CE) apresentou o seu parecer sobre os projetos de planos orçamentais e confirmou a existência, no caso da Itália, de um incumprimento particularmente grave do Pacto de Estabilidade e Crescimento. A Grécia foi, pela primeira vez, integrada no Semestre Europeu.

O Pacote apresentado baseia-se nas previsões económicas do outono de 2018 e assenta nas prioridades definidas no discurso do Presidente Jean Claude Junker sobre o Estado da União de 2018.

SEMESTRE EUROPEU 2019

O ciclo de coordenação das políticas económicas e sociais da UE para 2019 – Semestre Europeu – foi lançado num contexto de crescimento sustentado mas menos dinâmico e num clima de grande incerteza.

Muito foi já conseguido desde 2014, mas muito há ainda a fazer para apoiar um crescimento inclusivo e sustentável e a criação de emprego, reforçando simultaneamente a resiliência das economias dos Estados-Membros.

Ao nível da UE, será necessário tomar as decisões que se impõem para continuar a reforçar a União Económica e Monetária.

No plano nacional, é imperativo aproveitar a atual dinâmica de crescimento para criar reservas orçamentais e reduzir a dívida.

O investimento e as reformas estruturais devem centrar-se ainda mais na melhoria da produtividade e no potencial de crescimento.

Com estas medidas, criar-se-ão condições para uma estabilidade macrofinanceira sustentada, contribuindo para a competitividade da UE a longo prazo. Por sua vez, tal criará condições para mais e melhores empregos, mais justiça social e melhores condições de vida para os europeus.

A situação económica mundial excecionalmente favorável e as baixas taxas de juro registadas no ano passado contribuíram para sustentar o Crescimento, o Emprego, a redução da dívida e o investimento, tanto na UE como na área do euro.

De acordo com as previsões, os Estados-Membros continuarão a crescer, embora a um ritmo mais lento, graças à pujança do consumo interno e do investimento.

Na ausência de grandes choques, a Europa deverá continuar a registar um crescimento económico acima das previsões, uma criação robusta de postos de trabalho e uma diminuição do desemprego.

As finanças públicas dos Estados-Membros da área do euro apresentam melhorias consideráveis e o seu défice público agregado é atualmente inferior a 1%.

A dívida continua, contudo, a ser elevada em vários países. À medida que a economia continua a crescer, é chegado o tempo de criar as reservas orçamentais necessárias para fazer face à próxima recessão e atenuar os seus potenciais impactos no plano social e do emprego.

Saiba mais, acedendo ao Comunicado da CE e consulte as Fichas informativas sobre o Semestre Europeu 2019:

Euro Area Recommendation
Overview Table
Key Social Figures
Social Scoreboard

Fonte: CE

Atualizado em 23-11-2018

Visitas: 26

Subcategorias

© Directório União Europeia 2013 | Site desenvolvido por Webtraços, Lda.

Top Desktop version