Directório União Europeia

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Prémio Criatividade e Inovação na Formação

Até 2 de abril, as entidades formadoras do Sistema Nacional de Qualificações podem submeter candidaturas ao prémio criatividade e inovação na formação.

Promovido pela FORMA-TE, este prémio está aberto a entidades que tenham desenvolvido um novo produto e/ou serviço ou uma nova aplicação de um produto e/ou serviço já existente, com elevado potencial para a promoção das aprendizagens e do sucesso formativo.

Cada entidade poderá apresentar apenas um projeto, numa das seguintes áreas:

“Inovação pedagógica e organizacional para o sucesso formativo” ou,
“Tecnologias educativas/formativas ao serviço da aprendizagem”.
O projeto que vier a ser considerado vencedor pelo júri do concurso será distinguido numa sessão pública, integrada no programa do V Congresso Nacional da Formação Profissional que vai decorrer a 10 de maio, no Grande Auditório do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, com o tema “Pensar a Formação: Ação e Transformação”. Mais informações disponíveis no website Qualifica.

Fonte: Qualifica

Atualizado em 20-03-2018

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Alimentação do Futuro

Tem um projeto nascido do conhecimento que resulta de atividades de Investigação e Desenvolvimento?

Candidate-se até 31 de maio ao Food & Nutrition Awards e seja um dos vencedores do Prémio FNA – ANI Born From Knowledge (BfK Awards).

O vencedor deste Prémio será encontrado a partir dos finalistas da categoria Investigação & Desenvolvimento e receberá a oportunidade de beneficiar de um processo de acompanhamento do projeto, levado a cabo pela Agência Nacional de Inovação (ANI), para apoio ao seu desenvolvimento e implementação.

Mais informações disponíveis em http://foodandnutritionawards.pt/

Fonte: ANI

Atualizado em 20-03-2018

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“A tua Europa, a tua voz!” 2018: Conheça as três ideias mais inspiradoras

Nos dias 15 e 16 de março, o Comité Económico e Social Europeu (CESE) acolheu em Bruxelas, alunos de 33 escolas secundárias de 28 Estados-Membros da União Europeia e de cinco países candidatos à adesão.

Sendo 2018 o Ano Europeu do Património Cultural, a edição deste ano de “A tua Europa, a tua voz!” centrou-se também na cultura sob o lema “Unidos na diversidade: um futuro mais jovem para a cultura europeia”.

Recomendações destinadas aos decisores políticos da UE

Os 99 alunos tiveram oportunidade de discutir, em debates e seminários intensos, a forma de preservar o património cultural europeu e de torná-lo mais aliciante para os jovens europeus.

As ideias avançadas incluíram questões importantes e muito debatidas na Europa, como a igualdade, a segurança e a integração, que podem ser melhoradas através de atividades culturais.

Os participantes consideram que mais oportunidades de aprendizagem de línguas através da viagem; maior facilidade de acesso a sítios culturais europeus e a preservação da nossa cultura através do artesanato e da gastronomia nacionais podem inspirar os jovens a partir à descoberta de diferentes culturas e ajudá-los a compreender melhor o nosso património cultural comum.

As três ideias mais votadas para defender a cultura europeia

Das dez recomendações concretas destinadas aos decisores políticos da UE, as três propostas mais interessantes selecionadas por votação foram as seguintes:

Oportunidade de descobrir outras culturas através da viagem. Este projeto propõe a criação de um programa especial de intercâmbio de jovens com cursos de línguas no estrangeiro, que permitiria aos alunos viver em famílias de acolhimento e conhecer novas culturas. “Partir à descoberta de diferentes culturas permite-nos apreciá-las muito mais e faz-nos ter orgulho em sermos europeus”, explicou a aluna cipriota, que apresentou esta recomendação;
Preservar a cultura, aprender com o passado e usá-lo para construir o futuro. Esta recomendação tem como objetivo criar a Casa da Gastronomia da União Europeia em cada Estado-Membro. “Quando pedíssemos, num restaurante, um prato nacional específico, o empregado de mesa colocaria ao lado uma pequena nota explicativa do contexto histórico em que foi criado, o que contribuiria para aumentar a tolerância entre as nações”, afirmou uma delegada da Eslovénia. Além disso, o grupo de alunos propôs a criação de um programa de apoio a pequenas lojas de artesanato tradicional, a fim de preservar a nossa cultura popular tradicional;
Experimentar a cultura. Este projeto tem por objetivo levar a cultura e o património cultural a todas as pessoas através da criação de festivais temáticos itinerantes e da promoção dos museus fora das grandes cidades. “É um ideal que devemos procurar realizar porque pode enriquecer-nos. É muito mais interessante estarmos abertos a outras culturas. Mas não tenho a certeza de que, atualmente, a cultura europeia seja tangível e acessível”, afirmou uma delegada da França.
Mais informações disponíveis no website A tua Europa, a tua Voz!

Fonte: Rep. da CE em Portugal

Atualizado em 22-03-2018

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Código de Boas Práticas na Cadeia Agroalimentar

O Código resulta do compromisso entre seis grupos de interesse a nível nacional, representativos de todos os elos da cadeia agroalimentar:

Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED),
Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP),
Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP),
Confederação Empresarial de Portugal (CIP),
Confederação Nacional de Agricultura (CNA),
Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (CONFAGRI).

Criar uma verdadeira cultura de mudança que beneficie todos os intervenientes na cadeia de abastecimento agroalimentar

O Código tem como objetivo a melhoria do relacionamento comercial entre agentes económicos, fundamental para assegurar um desejável equilíbrio e cooperação entre as partes, não apenas em defesa dos seus interesses, mas também em defesa dos interesses dos consumidores.

Visa também assegurar que a resolução de litígios seja abordada de forma leal e transparente, através da criação de um mecanismo eficaz de resolução de litígios entre as associadas das Partes Subscritoras.

A adesão ao Código de Boas Práticas Comerciais na Cadeia Agroalimentar é voluntária, gratuita e as partes signatárias incentivam os operadores económicos do setor agroalimentar a inscreverem-se, de forma a beneficiarem plenamente das disposições da mesma.

Para o fazerem, as empresas devem respeitar os princípios de boas práticas nas relações comerciais e os requisitos que visam a integração destes nas suas operações diárias.

Estão disponíveis instrumentos que auxiliam a aplicação dos compromissos do processo e que servirão para controlar a aplicação dos princípios. Mais informações em http://www.boaspraticas.pt/

Fonte: Código de Boas Práticas na Cadeia Agroalimentar

Atualizado em 22-03-2018

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