Directório União Europeia

Directório União Europeia

Eurobarómetro 90: Portugueses mais confiantes na economia

Foi publicado o mais recente relatório sobre a opinião pública em Portugal relativamente à União Europeia. O Eurobarómetro n.º 90 revela que um em cada três portugueses avalia a situação económica do país de forma positiva.

A análise dos dados recolhidos pelo Eurobarómetro permite constatar um alívio das preocupações económicas que marcaram a opinião pública portuguesa na última década. A situação económica portuguesa e o desemprego são referidos por menos inquiridos que no passado, sendo atualmente o aumento dos preços/inflação/custo de vida e as áreas da saúde e segurança social as principais preocupações dos portugueses.

Cerca de um em cada três portugueses avalia a situação económica do país de forma positiva e três em cada cinco está satisfeito com a situação financeira da família. Assim, Portugal está entre os países em que estas avaliações positivas são menos expressivas, embora se destaque das restantes democracias do Sul da Europa e dos padrões extremamente pessimistas identificados em anos recentes.

Quanto à esfera política, e depois de uma tendência de crescimento que parece ter atingido o seu pico na primavera de 2018, há a reportar agora uma quebra quer na confiança nos partidos políticos, no governo e no parlamento, bem como na satisfação com a democracia.

No que diz respeito ao sentimento de cidadania europeia, as percentagens de portugueses que confiam na União Europeia e acham que a sua imagem é positiva ultrapassam os 50 %. A maioria dos portugueses não acredita que o país poderia enfrentar melhor o futuro fora da União Europeia, estando otimista em relação ao seu futuro.

A opinião dos portugueses em relação aos media é positiva, já que metade não considera que existem pressões comerciais ou políticas, embora as opiniões se dividam no que respeita ao serviço público. A televisão destaca-se como o media de eleição para os portugueses, e, a par da rádio, o meio que merece mais confiança. Contudo, os cidadãos nacionais destacam-se da generalidade dos europeus por estarem menos conscientes da exposição a notícias falsas, menos preparados para identificá-las e menos preocupados com este fenómeno.

https://ec.europa.eu

Atualizado em 26-02-2019

Visitas: 32

Maioria dos portugueses sentem-se cidadãos da União Europeia

Foi recentemente lançado o Relatório extraído do Eurobarómetro n.º 90 (trabalhos realizados entre os dias 8 e 19 de novembro de 2018) permite constatar que 78 por cento dos portugueses sentem-se cidadãos da União Europeia.

Além disso, mais de 55% dos portugueses confiam na União Europeia e 53% consideram que a sua imagem é positiva.

Neste âmbito, nota para as diversas campanhas que têm vindo a ser desenvolvidas pelo Parlamento Europeu e pela Comissão Europeia, em parceria com todos os Estados-Membros, apelando à participação de todos os cidadãos nas Eleições Europeias terão lugar a 26 de maio de 2019.

Nestas eleições os eleitores portugueses elegem 21 eurodeputados, o mesmo número do que nas eleições de 2014.

A campanha #Desta Vez Eu Voto esclarece todas as dúvidas quanto às eleições e ao sistema de voto através do registo pessoal e individual de cada um.

No relatório sobre a opinião pública em Portugal relativamente à União Europeia destaque também para os 69% dos portugueses que discordam da ideia de que Portugal enfrentaria melhor o futuro fora da União Europeia.

Relativamente a questões económicas internas, registou-se um decréscimo das preocupações da opinião pública portuguesa na última década, com os portugueses mais confiantes na economia e no emprego, em comparação com estudos passados.

Atualmente o aumento dos preços/inflação/custo de vida e as áreas da saúde e da segurança social são as principais preocupações.

Cerca de um em cada três portugueses avalia a situação económica do país de forma positiva e três em cada cinco está satisfeito com a situação financeira da família.

Em termos de expectativas futuras sobre a economia do país ou a situação financeira familiar, a maioria dos portugueses não antecipa grandes alterações ao status quo.

Para mais informações:

| RELATÓRIO ‘Opinião pública na União Europeia’

| Eleições Europeias

| Desta vez eu voto

Fonte: Eurobarómetro 90/POCH

Atualizado em 27-02-2019

Visitas: 26

Semestre Europeu - Pacote de Inverno

O Pacote de Inverno do Semestre Europeu inclui a publicação dos Relatórios por País de 2019 dos 28 Estados-Membros. Destes consta a avaliação dos progressos realizados pelos Estados-Membros na execução das prioridades económicas e sociais. No caso de Portugal, e com base no Relatório do Mecanismo de Alerta publicado no Outono, foi também realizada uma análise aprofundada.

27/02/2019
Portugal continua a enfrentar desequilíbrios macroeconómicos relacionados com a dívida externa, pública e privada, a vulnerabilidade do setor bancário e a fraca produtividade do trabalho. Portugal realizou alguns progressos na execução das Recomendações Específicas por País de 2018.

A baixa produtividade dos trabalhadores é um desafio fundamental para a melhoria da competitividade e do crescimento potencial. A produtividade dos trabalhadores continua a ser travada por um investimento insuficiente e por fatores de rigidez estrutural nos mercados dos produtos e de trabalho, incluindo uma elevada percentagem de trabalhadores pouco qualificados e a segmentação do mercado de trabalho. Uma parte significativa das pequenas empresas está a ter dificuldades de crescimento.

No contexto da análise económica e social por país e do lançamento do diálogo informal da negociação entre a Comissão Europeia e as Autoridades Nacionais relativa ao próximo período de programação 2021-2027 dos fundos da UE, em especial os fundos da política de coesão da UE para Portugal, foram identificadas as primeiras ideias sobre necessidades de investimento com diversos graus de prioridade. As áreas em que Portugal regista necessidades de investimento com mais elevada prioridade são:

a investigação e inovação e incorporação de tecnologias avançadas;
os sistemas de educação e formação - para promover a igualdade de acesso e a conclusão da educação - e de aprendizagem dos adultos; nesta área importa promover ainda a aprendizagem ao longo da vida de todos os cidadãos.
o crescimento e competitividade das PMEs no sentido de se capacitarem, ganharem escala e internacionalizarem; e
medidas para promover a adapção às alterações climáticas, prevenção de riscos e resistência a catástrofes.
As necessidade de investimento identificadas incluem também, entre várias outras e com diferentes graus de prioridade, a eficiência de recursos e infraestruturas de transporte.

O prosseguimento da consolidação orçamental e progresso nas reformas estruturais do processo orçamental continuam a ser fundamentais para fortalecer a sustentabilidade das finanças públicas de Portugal. Isso inclui orçamentação adequada, controlo da despesa eficaz, medidas para lidar com os pagamentos em atraso nos hospitais e a melhoria da sustentabilidade das empresas públicas e do sistema de pensões.

Apesar das melhorias verificadas, Portugal regista ainda desequilíbrios macroeconómicos. O elevado nível de responsabilidades externas líquidas, de dívida privada e pública e um ainda elevado nível de créditos improdutivos são vulnerabilidades a destacar, num contexto de baixo crescimento da produtividade.

Em geral, o saldo da balança de transações correntes encontra-se equilibrado, mas é necessário manter uma posição prudente e ganhos de competitividade externa para conduzir o volume das responsabilidades externas líquidas para níveis mais prudentes. Os rácios da dívida privada continuam a descer dos níveis elevados em virtude do crescimento nominal do PIB e com um menor peso da desalavancagem ativa. A dívida pública começou a diminuir a partir de 2017, apoiada por excedentes primários, embora ainda permaneça elevada. Os riscos no setor bancário diminuíram em 2017, à luz das recapitalizações de alguns dos principais bancos nesse ano e da recente melhoria da rentabilidade do setor.

O volume de empréstimos improdutivos diminuiu, mas continua elevado em termos relativos na UE. Assegurar um maior crescimento da produtividade é fundamental para melhorar as perspectivas de competitividade, desalavancagem e crescimento potencial. O ajustamento do mercado de trabalho continuou a progredir e o desemprego tem vindo a diminuir a um forte ritmo desde há vários anos. Foi tomada ação para reduzir o nível de empréstimos não-produtivos mas foram identificadas lacunas em matéria de política pública noutras áreas, tais como os mercados de produto e serviços. A adoção e implementação de vários planos de reforma, incluindo reformas estruturais no plano orçamental, carecem de monitorização.

A expansão económica deverá continuar, embora a um ritmo mais moderado do que em 2018, cujo crescimento estimado foi de 2,1 %. Em 2019-2020, o crescimento deverá estabilizar em 1,7 %. A incerteza global pode ter efeitos negativos nas decisões de investimento empresarial, criando uma situação de risco desfavorável para o crescimento.

https://ec.europa.eu

Atualizado em 27-02-2019

Visitas: 24

Taxa Base de Portugal desce para -0,13% nos auxílios de Estado

Foi atualizada a taxa base para cálculos relacionados com os auxílios de Estado, sendo a nova taxa para Portugal de -0,13%, a partir do dia 1 de março de 2019,

O anúncio da nova taxa foi divulgado pela Comissão Europeia, através da Comunicação CE, de 13 de fevereiro, sobre taxas de referência/atualização e taxas de juro aplicáveis na recuperação de auxílios estatais.

Para o cálculo das taxas de referência e de atualização deve ser acrescida à taxa base uma margem de 100 pontos de base. No caso da taxa de juro aplicável na recuperação dos auxílios de Estado, deverão ser também adicionados 100 pontos de base à taxa base.

De acordo com a revisão do método de fixação das taxas de referência e de atualização, adotado pela Comissão em 01.07.2008, a taxa base é calculada a partir das taxas do mercado monetário a um ano, e são aplicadas margens em função da notação da empresa em causa e das garantias prestadas.

Esta taxa base será atualizada sempre que apresente, durante o ano, um desvio superior a 15% relativamente à média dos últimos três meses para os quais se dispõe de dados, o que significa que, a nova taxa base será calculada sobre a média dos três meses precedentes.

As taxas de referência e de atualização são utilizadas para avaliar o equivalente-subvenção dos auxílios, particularmente quando são pagos em diversas frações, para calcular o elemento de auxílio resultante dos regimes de empréstimos bonificados, e para verificar a conformidade com a regra de minimis e o regulamento geral de isenção por categoria.

A nova taxa base é igualmente publicada na seguinte página da Comissão Europeia - DG Concorrência.

Fonte: AD&C-NCPAE

Atualizado em 28-02-2019

Visitas: 27

Subcategorias

© Directório União Europeia 2013 | Site desenvolvido por Webtraços, Lda.

Top Desktop version