Directório União Europeia

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OCDE continua a esperar retomaeconómica em Portugal, Irlanda e Grécia

Os números da OCDE dão ainda conta também há pelo menos 12 meses de melhorias nas perspetivas relativas à economia da Grécia, e da Irlanda

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) continua a prever que a atividade económica em Portugal venha a recuperar nos próximos meses, assim como na Irlanda e na Grécia.

Nos indicadores compósitos avançados da OCDE de maio (que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre 6 a 9 meses), hoje divulgados, os dados dão conta de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal há pelo menos um ano de forma consecutiva.

Os indicadores compósitos relativos a Portugal chegaram já aos 101,3%, superior à média de longo prazo de 100 pontos.

Os números da OCDE dão ainda conta também há pelo menos 12 meses de melhorias nas perspetivas relativas à economia da Grécia, e da Irlanda, subindo no caso da Espanha há nove meses consecutivos.

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Atualizado em 08-07-2013

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Novo exame da troika a Portugal tem novos rostos

Reforma do Estado e défice para 2014 são pontos mais polémicos

A próxima visita da troika a Portugal vai ser marcada pela estreia de Subir Lall (FMI) e John Berrigan (Comissão Europeia), mas também será a primeira com Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque a chefiar a comitiva nacional. Os representantes da troika, composta pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), pela Comissão Europeia (CE) e pelo Banco Central Europeu (BCE), chegam a Lisboa hoje para dar início às oitava e nona avaliações ao Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), que vão decorrer em simultâneo, depois de o sétimo exame se ter prolongado por mais tempo do que o previsto.

A reforma do Estado deverá ser o ponto mais quente das duas avaliações, à semelhança do que aconteceu na última avaliação e que acabou por atrasar o fecho da negociação. Uma das medidas, a requalificação, já foi chumbada pelo Tribunal Constitucional. Os cortes, no valor de quase 4,8 mil milhões de euros, já deviam ter sido apresentados até 15 de Julho, mas até ao momento as medidas a adoptar ainda não estão fechadas.

Outros dos temas em cima da mesa serão a meta do défice para 2014 e a adopção de um programa cautelar, a entrar em vigor quando os nossos credores internacionais saírem do país e Portugal regressar aos mercados. A meta do défice para o ano que vem já gerou divergências entre o executivo e os credores internacionais, com o valor a oscilar entre os 4,5% e os 4% do PIB. "O governo continua a pensar que a meta de 4,5% [para o défice de 2014] é a mais adequada", defendeu Paulo Portas na semana passada no parlamento. Já a troika reviu este valor em alta para 4% do PIB durante a sétima avaliação e ainda não se mostrou disponível para uma nova reavaliação deste valor.

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Atualizado em 16-09-2013

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"Baleia" de Londres custa 920 milhões ao JPMorgan

O banco norte-americano pagará 920 milhões de dólares a reguladores britânicos e norte-americanos por não ter tomado as medidas de controlo adequadas e por ter fornecido informações incompletas.

O JPMorgan pagará 920 milhões de dólares (perto de 687 milhões de euros) a quatro reguladores britânicos e norte-americanos no caso que ficou conhecido como a "baleia de Londres", de acordo com a agência Bloomberg.

Com este acordo, o banco norte-americano tenta pôr fim ao desastre que lhe causa perdas superiores a 6,2 mil milhões de dólares e danificou a reputação da instituição como gestor de activos de risco.

Na origem das multas dos reguladores esteve uma falha na implementação de medidas de controlo e o fornecimento de informação incompleta aos reguladores.

A unidade bancária continua a ser investigada pelas perdas registadas na unidade que detém em Londres. O departamento de justiça norte-americano e a comissão de negociações de produtos futuros estão entre as instituições que continuam a investigar o JPMorgan.

As perdas superiores a 6,2 mil milhões de dólares conduziram à acusação de dois antigos "traders", esta semana, e à saída de, pelo menos, quatro gestores seniores do banco. Também o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon viu o salário reduzido para a metade, refere a Bloomberg.

Após ser conhecido o valor das perdas causadas pelas apostas do "tradder" Bruno Iksik, que ficou conhecido como "baleia", pelos elevados montantes que envolviam, o banco reapresentou resultados. O valor de mercado do JP Morgan caiu perto de 51 mil milhões de dólares.

O banco reapresentou resultados e o valor no mercado caiu 51 mil milhões depois de divulgadas as más apostas do "trader" Bruno Iksil, que ficou conhecido como "baleia" devido, devido aos elevados montantes das suas apostas.

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Atualizado em 19-09-2013

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Não ataquemos o “made in Germany”

A Comissão Europeia deu início a uma "investigação aprofundada" sobre os excedentes de exportação da Alemanha, acusados de comprometer o equilíbrio da zona euro. Mas seria melhor apostar numa verdadeira governação económica e numa união bancária, considera o diretor do "Diário Económico".

António Costa

A solidariedade europeia é, seguramente, um dos pontos (mais) fracos do projecto europeu, mas a solução não passa por deteriorar as virtudes e melhorar os defeitos.

A ideia, simples, é a de que a Alemanha tem de gastar mais e, assim, os países do Sul, como Portugal, terão mais mercado para venderem os seus produtos. É uma ideia bondosa, assente, até, na convicção de que os alemães são beneficiados da zona euro.

Porquê? Porque, se tivessem o marco e não o euro, a sua moeda estaria mais valorizada e a sua competitividade (leia-se exportações) seria dificultada. Além disso, por causa da fragmentação financeira do euro, os bancos alemães e o próprio Estado são refúgios dos investidores internacionais, que até pagam para ter a segurança da maior economia da moeda única.

Sim, exige-se a solidariedade alemã, ainda mais quando países como Portugal estão a fazer ajustamentos duros e num curto espaço de tempo. A questão é saber o que devem fazer os alemães em prol da força económica da Europa e de um projeto que dizem querer defender.

UNIÃO EUROPEIA

Economia alemã demasiado competitiva para a Europa

"Bruxelas acusa a Alemanha de agravar a crise", titula Le Monde, numa altura em que a Comissão Europeia "iniciou uma investigação aprofundada sobre os excedentes das contas que envolvem [as exportações] da Alemanha": Bruxelas considera que os excedentes em questão situar-se-ão este ano, tal como em 2012, nos 7% do PIB, "superando, portanto, o limiar dos 6% estipulado durante a execução, em 2011, desta ferramenta de vigilância macroeconómica".

"Para a Alemanha, trata-se de um feito inédito", realça o diário.

Il Sole 24 Ore explica, por sua vez, que este desequilíbrio afeta a moeda única, uma vez que confere à Alemanha uma vantagem competitiva sobre os outros países da zona euro que não é compensada por uma reavaliação da sua própria moeda. O processo lançado por Bruxelas não deverá ficar concluído antes da primavera, estima o diário italiano:

Alguns economistas consideram que a iniciativa para diminuir o desequilíbrio deveria vir diretamente de Berlim, que deveria aumentar as importações dos países da zona euro em dificuldade ou aumentar os salários. [...] Mas parece que a Alemanha não se quer aventurar por este caminho: as principais empresas industriais alemãs apostam em mercados comerciais fora da Europa, que representam por enquanto metade do excedente comercial.

http://www.presseurop.eu

Atualizado em 14-11-2013

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