Directório União Europeia

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Comissão Europeia junta-se ao Ministro Manuel Heitor na apresentação do “Minho Advanced Computing Centre – MACC” e do primeiro supercomputador em Portugal

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), Manuel Heitor, intervém na sessão de apresentação e discussão da estratégia nacional de computação avançada e a sua articulação no contexto europeu, esta quarta-feira, dia 12 de junho, a partir das 10 horas, no Pavilhão de Informática II do Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa.

A sessão conta com a presença e a intervenção do Diretor-Geral Adjunto da Direção-Geral das Redes de Comunicação, Conteúdos e Tecnologias “DG Connect” da Comissão Europeia, Khalil Rouhana.

Na semana passada, a Comissão Europeia anunciou que Portugal e Espanha tinham sido dois dos países vencedores do concurso da iniciativa “EuroHPC- European High Performance Computing”, o qual pretende reforçar significativamente a capacidade Europeia neste fundamental recurso digital de apoio à investigação científica e tecnológica. Portugal e Espanha venceram o concurso que visa a instalação, em ambos os países, de infraestruturas de supercomputação, o que permitirá reforçar a “Rede Ibérica de Computação Avançada – RICA” e a capacidade europeia neste domínio, e que se concretizará:

• na instalação de um supercomputador do tipo “pre-exascale” no Barcelona Supercomputing Center – Centro Nacional de Supercomputación (BSC/CNS), cuja participação portuguesa representa cerca de 10% do respetivo consórcio que também inclui a Turquia e a Croácia e é apoiado pela Irlanda.

• na instalação no MACC - Minho Advanced Supercomputing Center” de um outro supercomputador do tipo “petascale”, numa candidatura apoiada pelo BSC/CNS.

Durante a sessão desta quarta-feira será apresentado o processo de arranque do “Minho Advanced Computing Centre – MACC” e do primeiro supercomputador em Portugal, assim como das perspetivas de desenvolvimento da iniciativa Europeia “EuroHPC”.

A sessão será transmitida em https://videocast.fccn.pt/live/fccn/rnca (link is external).

https://ec.europa.eu

Atualizado em 11-06-2019

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Mais Energia Eólica e Solar para cumprir as Metas de Energias Renováveis

Segundo o novo relatório do Tribunal de Contas Europeu (TCE), a União Europeia tem de tomar medidas significativas para produzir mais eletricidade a partir das energias eólica e solar e assim cumprir as suas metas de energias renováveis.

O Tribunal afirma que, apesar do forte crescimento verificado desde 2005, a produção de energias eólica e solar regista uma desaceleração desde 2014. A Comissão deve instar os Estados-Membros a apoiarem uma maior implantação, mediante a organização de leilões para atribuir capacidades adicionais de energias renováveis, a promoção da participação dos cidadãos e a melhoria das condições de implantação. Ao mesmo tempo, o Tribunal alerta que, para metade dos Estados-Membros, cumprir os objetivos de 2020 para as energias renováveis será um desafio significativo.

Até ao fim de 2020, a UE visa gerar a partir de fontes de energia renováveis um quinto da energia necessária à produção de eletricidade, ao aquecimento e arrefecimento e à utilização nos transportes. Nesse sentido, a produção de eletricidade a partir de energias renováveis na UE duplicou entre 2005 e 2017, passando de cerca de 15% para quase 31%. Atualmente, os setores das energias eólica e solar fotovoltaica representam a maior parte da eletricidade renovável e a redução dos custos torna estas alternativas cada vez mais competitivas em relação à combustão de combustíveis fósseis.

O Tribunal avaliou os progressos realizados pela UE e pelos Estados-Membros para cumprirem as metas de energias renováveis, tendo visitado a Alemanha, a Grécia, a Espanha e a Polónia para examinar se o apoio financeiro à produção de eletricidade a partir das energias eólica e solar tem sido eficaz.

Constatou-se que, em vários casos, os regimes de apoio iniciais beneficiaram de subsídios excessivos, resultando em preços da eletricidade mais elevados ou num aumento dos défices públicos. Após 2014, quando os Estados-Membros reduziram o apoio para baixar o ónus para os consumidores e os orçamentos nacionais, a confiança dos investidores diminuiu e o mercado abrandou.

Fonte: TCE/MC

Atualizado em 11-06-2019

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Conheça a Estratégia Nacional para a Inteligência Artificial 2030

Já foi apresentada a Estratégia Nacional para a Inteligência Artificial 2030.

Pretende promover a investigação e a inovação nesta área específica, em prol do seu desenvolvimento e aplicação em campos como a administração pública, o ensino, a formação e as empresas.

Desenvolvida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, tem como objetivo promover uma mobilização coletiva para a criação de um mercado de trabalho intensivo em conhecimento e inovação de excelência, assente em empresas produtoras e exportadoras de tecnologias de inteligência artificial.

Imagem INCoDe2030 - Estratégia Inteligência Artificial

A “AI Portugal 2030” contou com a cooperação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Agência Nacional para a Inovação (ANI), da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica (Ciência Viva) e da Agência para a Modernização Administrativa (AMA), num projeto coordenado pelo INCoDe.2030.

Fonte: Portal do Governo/Compete 2020/DGES/MC

Atualizado em 11-06-2019

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Qualidade Ambiental e Competitividade: A menor e a maior disparidade inter-regional

Em 2017, de acordo com os resultados do índice sintético de desenvolvimento regional, quatro das 25 sub-regiões NUTS III superavam a média nacional em termos de desenvolvimento regional global – as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, Cávado e Região de Aveiro.

No índice de competitividade apenas quatro sub-regiões superavam a média nacional: a Área Metropolitana de Lisboa, com posição destacada, a Região de Aveiro, a Área Metropolitana do Porto e o Alentejo Litoral. A competitividade apresentava a maior disparidade regional entre as três componentes de desenvolvimento regional.

No índice de coesão, oito NUTS III, maioritariamente do Litoral do Continente, superavam a média nacional. Nesta componente destacavam-se a Área Metropolitana de Lisboa, o Cávado e a Região de Coimbra com os índices de coesão mais elevados.

Os resultados do índice de qualidade ambiental salientavam as sub-regiões do Interior e as regiões autónomas com desempenhos mais elevados. A média nacional nesta componente era superada por 14 NUTS III, verificando-se uma disparidade regional menor que a observada para as restantes componentes. Terras de Trás-os-Montes era a sub-região com maior índice de qualidade ambiental. Saiba mais aqui

Fonte: INE/MC

Atualizado em 12-06-2019

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