Directório União Europeia

Directório União Europeia

JUVENES TRANSLATORES 2018

As escolas secundárias podem inscrever-se até 20 de outubro para a 12.ª edição do concurso anual Juvenes Translatores.

As escolas secundárias devem inscrever-se no sítio Web http://ec.europa.eu/translatores. De seguida, a Comissão Europeia selecionará, aleatoriamente, um total de 751 escolas e convidá-las-á a designar dois a cinco alunos para participar no concurso. Os alunos podem ser de qualquer nacionalidade e devem ter nascido em 2001.

O concurso terá lugar em 22 de novembro e decorrerá simultaneamente em todas as escolas participantes.

Os vencedores — um por país — serão anunciados no início de fevereiro de 2019 e receberão os seus prémios na primavera de 2019, numa cerimónia especialmente dedicada ao evento, que decorrerá em Bruxelas.

Durante a sua visita, os alunos terão a oportunidade de conhecerem tradutores profissionais da Direção-Geral de Tradução da Comissão Europeia — responsáveis pela avaliação das suas traduções — e falar sobre a profissão de tradutor.

Atualizado em 26-09-2018

Visitas: 33

Prevenção e Combate ao Assédio no Trabalho

Conheça o novo Guia para a elaboração de Código de Boa Conduta para a prevenção e combate ao assédio no trabalho, disponibilizado pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE).

Este Guia visa auxiliar entidades empregadoras na criação de um instrumento de gestão facilitador da política de tolerância zero ao assédio.

A CITE é, desde 1979, o mecanismo nacional responsável por prosseguir a igualdade e não discriminação entre homens e mulheres no mercado de trabalho.

Em 2017 foi publicado o estudo Assédio Sexual e Moral no local de trabalho, promovido pela CITE e desenvolvido pelo CIEG - Centro Interdisciplinar de Estudos de Género do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Projeto financiado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants), Área de Programa PT07 - Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada.

Este estudo permitiu conhecer e dar a conhecer a dimensão da realidade do assédio no local de trabalho em Portugal, bem como a suas características, com base num inquérito realizado pelo CIEG a nível nacional.

Com efeito, os dados do referido inquérito, realizado em 2015, revelam que as mulheres são as principais vítimas de assédio moral (16,7%) e sexual (14,4%) no local de trabalho. Mas os homens também estão sujeitos a estas formas de assédio (15,9% e 8,6%, respetivamente).

O amplo debate nacional em torno da dignidade no local de trabalho veio a culminar na publicação da Lei n.º 73/2017, de 16 de agosto, diploma que reforçou o quadro legislativo visando a prevenção da prática de assédio, quer no setor privado quer no setor público, prevendo, nomeadamente, que as entidades empregadoras, com sete ou mais trabalhadores/as, devem elaborar um Código de Boa Conduta com o objetivo de prevenir e combater qualquer comportamento ofensivo e humilhante.

É sabido que o assédio moral e o assédio sexual provocam problemas graves na saúde física e psíquica das vítimas e das suas famílias e criam desestabilização no ambiente laboral, geradora de conflitos que potenciam acentuada quebra de produtividade. Geram, igualmente, um clima nocivo e prejudicial nas relações interpessoais.

Assim, no âmbito da sua missão e assinalando os seus 39 anos de existência, marcados pelo progresso na área da igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho, a CITE disponibiliza agora o Guia para a elaboração de Código de Conduta para a prevenção e combate ao assédio no trabalho.

Fonte: CITE

Atualizado em 01-10-2018

Visitas: 35

Os Cidadãos da União Europeia e a Cooperação para o Desenvolvimento

Conheça os resultados do Eurobarómetro Especial 476 que analisou, em junho e julho de 2018, a importância e atitudes dos europeus em relação à ajuda e cooperação para o desenvolvimento, tendo em conta os seguintes aspetos:

Benefícios da ajuda e cooperação para o desenvolvimento;
Compreender os desafios e prioridades;
Fontes de informação relacionadas com questões de desenvolvimento;
Compromisso e envolvimento pessoal com o desenvolvimento.

Aceda à ficha relativa a Portugal que apresenta os destaques das conclusões das entrevistas realizadas a nível nacional.

Embora, desde 2016, os entrevistados em Portugal tenham uma atitude cada vez mais positiva sobre a ajuda aos países em desenvolvimento, estão muito menos propensos a envolver-se pessoalmente. Por exemplo, quase três quartos (73%) e mais do que metade (57%) pensa que esta deve ser uma das principais prioridades do governo nacional. Quase todos os entrevistados (95%) em Portugal concordam que é importante ajudar os habitantes dos países em desenvolvimento.

Mais de nove em cada dez entrevistados (94%) em Portugal consideram que as empresas privadas devem desempenhar um papel importante no desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento. Trata-se da maior percentagem na UE.

Desde 2016, houve um aumento de cinco pontos na percentagem de entrevistados em Portugal que consideram que o apoio financeiro aos países em desenvolvimento é uma forma eficaz de dar resposta às migrações irregulares (agora 80%).

Mais de oito em cada dez entrevistados (83%) em Portugal dizem que o apoio financeiro aos países em desenvolvimento é uma maneira eficaz de combater a pobreza, a terceira maior percentagem na UE. Também estão entre os que têm maior probabilidade de considerá-lo uma obrigação moral para a UE (87%). A maioria considera que a despesa na ajuda financeira aos países em desenvolvimento deve continuar nos níveis atuais (52%) ou aumentar (25%). Apenas 8% dizem que deve diminuir.

Quase todos os entrevistados (97%) em Portugal consideram que a política de desenvolvimento da UE também deve centrar-se na igualdade entre mulheres e homens – a maior percentagem em qualquer país. Estes entrevistados consideram que as áreas prioritárias devem ser combater a violência contra mulheres e raparigas (84%), combater atitudes discriminatórios em relação às mulheres (76%) e apoiar o acesso à educação para mulheres e raparigas (48%). Os entrevistados em Portugal estão entre os mais prováveis de mencionar o combate à violência ou atitudes discriminatórias.

No entanto, no que toca ao papel do indivíduo, os entrevistados em Portugal estão atualmente menos otimistas. Houve um declínio de 13 pontos na percentagem de entrevistados que concordam com a ideia de que, enquanto indivíduos, podem desempenhar um papel no combate à pobreza (agora 50%) – o maior declínio observado em qualquer país. Mais de três quartos (79%) dizem que não estão pessoalmente envolvidos na prestação de ajuda às pessoas nos países em desenvolvimento – um aumento de 22 pontos desde 2016 e o maior observado em qualquer país. Houve um declínio de 13 pontos na percentagem de indivíduos que dão dinheiro a organizações (agora 10%). Mais uma vez, este é o maior declínio observado, igual ao verificado na Finlândia.

Os entrevistados em Portugal têm maior propensão a obter informações sobre ajuda ao desenvolvimento através da televisão (73%), de familiares, amigos ou colegas (29%) ou das redes sociais online (27%).

Fonte: Eurobarómetro Especial 476

Atualizado em 01-10-2018

Visitas: 25

Fórum para procuradores em Lisboa

Em parceria com a Procuradoria-Geral da República Portuguesa e a Procuradoria-Geral da Saxónia (Alemanha) e com o apoio do Ministério da Justiça de Portugal, a Comissão Europeia organiza o 19º Fórum TAIEX (19th International Forum for Prosecutors on Fighting Cross-Border Organised Crime), sobre as ameaças do crime organizado transnacional, de 2 a 4 de outubro de 2018, no Hotel Marriott, em Lisboa.

Data:
02/10/2018 (All day) to 04/10/2018 (All day)
Local:
Hotel Marriott (Avenida dos Combatentes 45, Lisboa)
A sessão de abertura acontece dia 2 de outubro, pelas 9h30 e é aberta à imprensa. Conta com a presença de Francisca Van Dunem, Ministra da Justiça de Portugal, Sofia Colares Alves, Chefe de Representação da Comissão Europeia em Portugal, Joana Marques Vidal, Procuradora-Geral da República Portuguesa, e Hans Strobl, Procurador-Geral da Saxónia.

De acordo com a Avaliação da ameaça da criminalidade grave e organizada da UE (SOCTA) da EUROPOL, a Europa enfrenta várias ameaçadas derivadas do crime organizado, sobretudo relacionadas com o terrorismo, tráfico e contrabando de migrantes, drogas e armas de fogo, tornando necessária uma maior cooperação além-fronteiras para as combater.

Neste sentido, o Fórum oferece uma plataforma a mais de 120 Procuradores dos Estados-Membros e de países vizinhos parceiros da UE para juntarem forças na investigação e prossecução de ameaças prementes da criminalidade organizada e trazer à justiça os respetivos infratores.

Durante o Fórum, é esperada a partilha de práticas e experiências e a identificação de fatores-chave para o sucesso da cooperação entre os procuradores. Os participantes discutem, também, a investigação dos ataques terroristas em Bruxelas e Estocolmo e a resposta judicial ao regresso de terroristas à Alemanha.

Contacto para jornalistas: Vasco Gaudêncio Sampaio, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (link sends e-mail) | +351 913 588 777

Atualizado em 02-10-2018

Visitas: 29

Subcategorias

© Directório União Europeia 2013 | Site desenvolvido por Webtraços, Lda.

Top Desktop version